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Tea-Time - Parte II


- Artur a menina vai acordar. – Voltou a dizer Sueli falsamente preocupada. Ele ignorou-a de novo e abriu-lhe ainda mais a blusa branca, acariciando-lhe os seus pequenos seios e apertando cada mamilo com afinco, fazendo-os endurecer com esse toque sôfrego e intenso que a fez de imediato arfar e ansiar pelo movimento seguinte e que não tardou. Artur desceu as suas mãos pelo corpo delicado de Sueli e foi nas ancas que as suas mãos se fixaram, enquanto o seu pénis se perdia dentro dela, fazendo com que cada investida balançasse ritmadamente os seios dela. Uma palmada numa das nádegas fá-la gemer um pouco mais alto e nesse momento é Artur quem lhe pede silêncio. - Shhhh. Assim é que vais acordá-la. – Diz mas isso não o trava de continuar a fodê-la contra à árvore, acelerando a cada movimento e movendo-se sem piedade, apenas com o desejo a comandar cada estocada. E por fim ouço-o dizer-lhe: - Vira-te. Sueli rapidamente voltou-se para ele e aninhou-se aos seus pés, continuando com a blusa toda aberta, esperando que o esperma dele cobrisse o seu corpo semi-nu. E depois, sem que nenhuma palavra trocassem e antes das últimas pingas de esperma se perderem no seu corpo, Sueli aproxima-se mais um pouco e lambe-lhe o pénis bem molhado, ainda erecto, sorvendo cada gota de esperma, como se saboreasse com deleite a sobremesa de um grande manjar. Sueli rapidamente se limpou a uma toalha que trazia para limpar e Artur abandonou o local pouco depois, sem antes a encostar à árvore e a beijar com uma paixão que eu não sabia existir antes desse momento.

E pouco depois de já tudo ter retomado a normalidade aparente, levanto-me e começo a caminhar pelo jardim, sem saber para onde vou e ainda perfeitamente atordoada pelo que vira. E foi perdida nestes pensamentos que encontrei a minha mãe a tratar de um canteiro no outro extremo do jardim. - Carolina, que boa surpresa! – Diz a mãe percebendo que me aproximara. - Adormeci outra vez. Mas soube-me tão bem. O livro era interessante, mas não consegui deixar de fechar os olhos. - Fez muito bem. Eu vim até aqui. – Disse-me apontando para o canteiro e para as flores que estava a arranjar. - Este canteiro está uma desgraça e como a Sueli não consegue estar em dois sítios ao mesmo tempo, resolvi dar eu um jeito. - Tenho a certeza que vai ficar muito bem mãe. - Por acaso não viu a Sueli? Estou à procura dela há algum tempo e não a vi em lado nenhum. – Perguntou-me. - Vi-a a limpar um canteiro do outro lado do jardim, talvez por isso não a tenha visto. – Disse a primeira coisa que me ocorreu. - Está tudo bem consigo? Parece-me alterada… - Perguntou esperando uma resposta. - Está. – Menti ou melhor não lhe expliquei tudo o que sabia. - Vá ter com a Sueli, de manhã disse-lhe que iria arranjar-lhe o cabelo mal tivesse algum tempo. – Disse-me e eu pouco depois afastei-me e fui à procura dela.

Encontrei-a casualmente junto ao canteiro que há pouco referira à minha mãe e esperei que ela me visse. - Olá menina Carolina. A sua mãe disse-me para arranjarmos o seu cabelo. Pode ser agora? – Perguntou-me. Confirmei-lhe e pouco depois seguimos as duas para o interior da casa, para uma das casas de banho de serviço, habitualmente fechada, onde ela iria tratar do meu cabelo. - Os seus caracóis estão cada vez mais bonitos. – Dizia ela enquanto me lavava a cabeça. – E está cada dia mais bonita. – Elogiou, enquanto circulava em meu redor, bamboleando o seu corpo delgado, mas provocador, que roçava no meu. E enquanto Sueli deitava água na minha cabeça com a ajuda de um pequeno copo de louça, arqueava ligeiramente o seu corpo sobre mim e, nesse momento, não consegui evitar erguer a minha mão na direcção da sua blusa e passar os meus dedos por um dos seios. - Menina Carolina…– Disse-me ela quase em jeito de advertência, mas não se afastando de mim. – Assim vou molhá-la toda. - Sueli. – Digo enquanto a minha mão repete o mesmo gesto no outro seio. – Quero que me laves sempre o cabelo com a blusa aberta. – Disse-lhe, aguardando a reacção dela. - Sim menina Carolina, assim será. – Disse-me continuando a sua tarefa, com a maior naturalidade do mundo, como se estar semi-despida, exibindo-me os seus seios desnudos fosse uma trivialidade tal como arranjar as flores de um canteiro ou colocar os pratos numa mesa. E enquanto ia falando comigo, eu lentamente abri-lhe os botões da blusa, um a um, para de seguida lhe tocar nos seios e perceber não só os efeitos que o meu toque provocavam num corpo de mulher semelhante ao meu, mas também perceber que ela deixava.


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