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Sueli avançou determinada na minha direcção e quase estremeci pela antevisão do toque dela. E sem medo os seus olhos começaram por fixar os meus para só depois se centrarem nos seios que ela não se poupou em explorar, primeiro suavemente, como se os seus dedos fossem pincéis e o meu corpo uma tela em branco que ela queria colorir. Mas depois o toque mais subtil dera lugar a outro de maior intensidade até um dos mamilos irromper por entre os dedos dela de tão duro ter ficado. Quase simultaneamente sinto uma vontade incontrolável de repetir o mesmo gesto, mas corpo dela.
- Sueli…se a mãe aparece… - Disse tentando travar o que era impossível sê-lo. - A sua mãe foi ter com o Artur. Fique tranquila menina Carolina que ela estará ocupada algum tempo. – Disse-me ela, surpreendendo-me quando a vejo aproximar-se ainda mais de mim e passar os seus lábios no meu pescoço, pelo meu rosto, pelo canto da minha boca e esperar propositadamente a minha reacção….medindo claramente o meu desejo… E a minha reacção não tardou…queria beijá-la, sentir aqueles lábios nos meus e procurei-os. Deixei-me levar por aquele beijo enquanto ia sentindo a língua dela percorrê-los e enrolar-se lentamente na minha, provocando-a, explorando-a, enquanto ao mesmo tempo os meus seios continuavam a sentir o seu toque. - É bom…. – Digo-lhe entre suspiros. E nesse momento os seus lábios descem pelo meu pescoço, sem pressa, percorrendo um caminho ainda inexplorado e continuam a descer por mim até encontrarem o meu mamilo duro, com o qual ela brinca, lambe, chupa e depois suga com vontade. Depois o outro seio e eu sinto-me já naquele ponto em que aquele prazer está quase no limite do possível. - Menina Carolina devia experimentar o vestido. – Diz Sueli não deixando, em momento algum, de me tocar. - Sueli não…eu… - E parei e a imagem da mãe veio-me à memória e a razão mandava-me experimentar o vestido.
E assim como começou ela afastou-se lentamente de mim e deu-me o vestido, ajudando-me a vesti-lo. Já depois de vestido olhei-me ao espelho e percebi que ela de facto tinha razão e o vestido assentava-me muito bem. Pelo espelho vi Sueli mesmo ao meu lado e ainda com a blusa aberta, sem qualquer pudor. Ia quase jurar que estava propositadamente a tentar-me, para que aquela imagem fosse a última antes de se ausentar. E pouco depois sem tirar os olhos dos seios dela, vejo-a abotoar a blusa e a compor o cabelo desalinhado e a sair de perto de mim. - Temos mais uns quantos vestidos para experimentar menina Carolina. – Diz-me Sueli. – Vou retirando daqui mais alguns e já lhos levo. - Está bem, eu vou tentando despir este. – Disse e enquanto o tentava fazer, espreitei pela janela do quarto, que dava acesso ao jardim traseiro onde antes estivera deitada, e não quis acreditar no que via. A minha mãe sentada numa manta, perto da árvore onde há momentos Sueli e Artur se encontravam, com o decote do vestido ligeiramente descido, enquanto Artur lhe lambia os seios, à vista desarmada de qualquer um que por ali passasse. Claro que não passaria ninguém, pois as outras duas pessoas da casa estavam juntas e a experimentar vestidos. Devo ter ficado tão ruborizada que quando Sueli se aproximou de mim e viu a cortina ainda a abanar, abriu-a para tentar perceber o que me deixara tão alterada.
- Ah! O Artur… - Disse de forma conformada, como se o que estivesse a suceder fosse algo habitual. - Tu sabias? – Perguntei-lhe surpreendida. - Sim, sabia. - Mas eu vi-te há pouco…na árvore…- Ia dizendo cada palavra quase que relembrando o que sucedera há pouco tempo antes. – Não ficas triste? Magoada? – Perguntei inocentemente. - Não, menina Carolina, não fico. - Não compreendo. – Disse-lhe com sinceridade. – Como é possível? – Perguntei sem entender. - É apenas sexo e é bom e perdoe as minhas palavras menina, mas é apenas isso mesmo: bom sexo. – Disse-me. - Mas e a mãe? – Perguntei-lhe. - Não entendo. O Sr. Moreira de Castro costuma estar tão perto da mãe, julguei que fosse ele, ou que iria ser ele…e passa cá tanto tempo com ela…julguei que…. – Digo, referindo-me a um amigo de família que habitualmente passava lá por casa e a situação ainda me deixou mais baralhada, primeiro por Sueli não se incomodar verdadeiramente e segundo porque a mãe tinha outro tipo de ambições que não passavam, julgava eu, por encontros fortuitos com o jardineiro da casa. Cada vez percebia menos.
E voltei a afastar as cortinas da janela e fiquei, apenas por momentos, a observar. Desta vez Artur descera completamente as calças e a mãe tocava-lhe no pénis com habilidade e também desejo. Fechei de imediato a cortina, aquilo era demais para mim, mas olhei para a outra extremidade e vi Sueli também a espreitar. Mas contrariamente ao que seria de esperar, ela não estava nada incomodada com o que via, bem pelo contrário. E com a maior naturalidade, desce por completo a sua saia, desabotoa a sua blusa e começa a masturbar-se à minha frente. Eu já tinha ouvido dizer que era possível ter-se prazer com o nosso corpo e durante a noite já experimentara, algumas vezes, parte desse prazer…embora não soubesse como, de que forma, mas algo me dizia que iria ficar a saber naquele momento. - Menina Carolina… - Disse-me num suspiro mas sem deixar de espreitar pela janela. – Isto também é muito bom. – Disse já com as suas cuecas ligeiramente descidas, deixando-me vislumbrar o seu sexo desnudo, decorado com uma pequena penugem clara e escassa de pelos, enquanto os seus dedos se perdiam num toque que para mim era novo.
Fiquei a vê-la ainda durante algum tempo acariciar-se e percebi que ela se tocava como se eu não estivesse sequer ali, tocava-se para ela…um prazer egoísta…mas apesar destes pensamentos, pouco depois optei por me aproximar dela e fiz o que o meu corpo também pedia, complementei o seu toque com o meu. Queria aprender e tinha encontrado a mestre perfeita.
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