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Tea-Time - Parte VI


Sueli chegou pouco depois e Artur seguia-a. Percebi pela expressão dele que Sueli não lhe tinha desvendado o motivo pelo qual eu o chamara, mas quando me viu o seu rosto ensombrou-se e só conseguiu vociferar: - Menina Carolina, mandou-me chamar? – Perguntou ele sem saber como reagir ao facto de me ver exposta, exibindo o meu corpo de forma gratuita como ele nunca achara possível ver. - Sim mandei. Entra e fecha a porta. – Pedi-lhe num tom autoritário. Ele obedeceu sem qualquer gesto que me indiciasse contrariedade, mas desconforto sim. Percebi que ele estava visivelmente desconfortável com aquela situação, sem saber ao certo como agir, onde se colocar, para onde olhar, o que fazer. - Sueli…continua por favor. – Pedi-lhe e ela veio na minha direcção e ajoelhou-se entre as minhas pernas e, sem rodeios, começou a tocar-me, a sentir pela primeira vez a suavidade dos meus lábios, a explorar a sensibilidade do meu clitóris e a provocá-lo com um dos dedos. E depois a língua dela, quente e molhada entrelaçava-se com os seus dedos, fazendo-me gemer, querer mais e pedir-lhe mais.

E neste momento de descontrole completo olho para Artur e vejo-o estático perto da porta, completamente perturbado pela excitação que via e a tentar conter a erecção que eu já conseguia perceber por baixo das calças de ganga que ele vestia. - Abuse dele menina. – Pede-me Sueli quase num sussurro. - Artur…. - Sim, menina Carolina?! - Que te apetece fazer? – Perguntei tentando desarmá-lo, obrigá-lo a confessar o que queria e a infringir todas as regras. - Menina Carolina, honestamente acho que deveria continuar a arranjar o cano da cozinha. – Disse ele tentando manter o pouco controle que lhe restava. - Não Artur, isso é o que tu achas que eu quero que tu me digas, mas eu quero saber o que é que tu, como homem fazes quando vês assim duas mulheres. Diz-me. – Perguntei-lhe desafiadoramente. - Menina Carolina, não me parece nada apropriado dizer isso neste momento. - Estás com medo Artur? Achas que não chegas para as duas? – Perguntou Sueli, interrompendo por momentos o prazer que me dava para o fitar. - Menina Carolina…. - Diz Artur. – Digo esperando pela resposta dele. - Enfiava-lhe o caralho pela boca dentro e obrigava-a a chupá-lo para depois foder a Sueli logo a seguir. Mas depois não iria ficar satisfeito se não lhe enfiasse este caralho pela cona acima para a ouvir gemer de prazer e vir-se como qualquer mulher vulgar, que se oferece como a menina se está a oferecer a mim e à Sueli. No fim iria esporrar-me por cima das mamas das duas, enquanto uma e outra alternadamente me lamberia o caralho. – Disse ele apenas respirando no fim da frase. - Então pelos vistos eu sou uma mulher vulgar…e quero ver até onde um cabrão como tu é capaz de ir para foder a filha da patroa que também anda a comer, juntamente com a empregada….embora em alturas diferentes. – Disse eu ironicamente, mas com um desejo de que ele pusesse em prática o que descreveu. E no instante seguinte vejo-o caminhar na minha direcção enquanto vai abrindo as calças, para de seguida retirar o seu pénis, bem erecto para fora, olhando-me momentos antes de o enfiar na minha boca.


 
 
 

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