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Raquel


“- Não sei para onde me levam, não consigo ver nada. – Digo, tentando orientar-me no escuro sem qualquer sucesso e perguntando-me como alguém me conseguia levar sem me fazer ir contra alguma coisa. E nisto sentaram.me, ao que me pareceu ser uma poltrona e sem a ver depreendi que fosse negra, contrastando com a cor da areia que sentia por baixo dos pés. E vejo acender-se uma ténue luz numa das extremidades da sala e que me permitia ver a Raquel presa a um pau, no meio da tenda, com os braços um pouco acima da cabeça…vendada e amordaçada. E eu ali, sentada numa poltrona de veludo negro e estranhamente sem ninguém por perto. E pouco depois entram 4 homens pelo mesmo corredor que eu havia percorrido: um negro, um loiro, outro moreno e por fim um ruivo. Todos envergavam túnicas pretas, um pouco acima dos joelhos e vinham todos descalços e rodearam-na, numa quadratura perfeita. Eu não podia negar o prazer que aquela imagem antecipava, as contive-me para não lhe fazer uma descrição do que via,, pois preferia antes que ela não soubesse, que fosse apanhada de surpresa pela avalanche de sensações que ia experimentar. E quase sincronizadamente despem as túnicas, mas é apenas o homem ruivo que se aproxima dela, ficando os outros três imóveis, como se respeitassem uma coreografia. E ela insinua-se ao sentir o calor dele perto do seu corpo…o seu cheiro…e depois vejo-o despi-la lentamente, libertando-a de todas as peças de roupa. Contemplo pela primeira vez o seu corpo, as formas redondas e apetece-me ser um dos quatro porque sinto uma vontade imensa de a tocar, cada centímetro, cada recanto, mas ao mesmo tempo sou acometida por uma fome insaciável e começo instintivamente a tocar-me enquanto vejo aquele filme desenrolar-se à minha frente. Desço uma das alças do vestido e subo-o na extremidade, descendo as calcinhas até meio das pernas e volto a concentrar o meu olhar nela, na reacção do seu corpo ao toque dele, desde o pescoço, passando pelos seios, cujos mamilos escuros já se encontravam bem endurecidos quase exigindo que o toque se intensifique, passando pelo ventre liso até à vagina desprovida de pelos e que adivinho bem molhada. Vejo-o voltar a percorrer este caminho no corpo dela, mas desta vez com a língua e depois de passar o pescoço, inevitavelmente lambe, trinca, brinca, trinca, chupa os mamilos e acaricia longamente os seus seios, fazendo-a suspirar audivelmente. E ao mesmo tempo que o vejo perder-se no seu peito, o homem loiro aproxima-se deles e abre-lhes as pernas…deixando-a sentir dois toques distintos e que ela identifica perfeitamente serem de dois homens diferentes. “


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