
Porta 6
A porta fecha-se atrás de nós e desta vez és tu que procuras a minha mão. Ainda não consigo ver-te para perceber o que o teu olhar me diria naquele momento, mas na verdade sei que não preciso de ver, sei exatamente o que sentes...porque sinto exatamente o mesmo. Entrelaço os meus dedos nos teus e nesse momento a escuridão começa a dissipar-se e começamos a ver alguma coisa.
E antes de darmos qualquer passo, aproximas-te mais de mim e dás-me um beijo que me dá a resposta à pergunta que eu não chegara a fazer.
- Também te amo, mas creio que temos um desafio pela frente. – Disse-te olhando para
a sala que começava a aparecer diante dos nossos olhos.
E aparece-nos uma vulgar sala de aula, com mesas encostadas a toda a volta da sala e cadeiras em cada uma delas. Olho para ti e sorrimos, pois ambos reconhecemos o espaço, onde outrora já estivemos, mas desta vez tem alunos e que, pelo olhar que me devolves, reconheces.
- Eva...são os meus alunos e estão à espera que eu inicie a aula. – Dizes sem saber muito bem como aquele cenário aconteceu ali, mas depreendo facilmente que o curso daquela experiência pode ter mudado ligeiramente pela tua presença ali também.
- Então porque esperas? – Perguntei-te, incentivando-te a começar. - Vai que eu fico aqui numa destas cadeiras livres. – Esta não será uma aula normal... - Dizes olhando para mim.
- Então porquê? – Pergunto curiosa.
- Porque virá uma enfermeira dar uma pequena formação sobre infeções, particularmente COVID, os cuidados a ter. – Dizes-me.
- Acho bastante útil, mas esta experiência é um bocado estranha... - Digo reportando- me ao cenário que temos pela frente e pelo quão diferente é do que vimos em cada uma das outras portas.
- Mas vais rapidamente perceber que de estranha não tem nada. – Disse ele e eu fiquei a olhar para ele e esperei que continuasse. - Houve outra turma em que ela foi e soube que os alunos ficaram excitados só de a ver. – Dizes e eu imediatamente começo a sorrir.
- Meu cabrão...agora percebo. E sabes que mais, quero que estejas bem perto dela, que tentes perceber a forma do soutien, a cor da roupa interior, quero que repares.
- Tu és muito puta. E eu devia ter trazido umas calças mais justas.. – Dizes e sais de perto de mim e aproximas-te do grupo de alunos que ainda conversam entre si.
- Pessoal. – Dizes com aquela autoridade que já reconheço. - Vamos lá prestar atenção.
Hoje convidamos uma enfermeira para vir aqui falar com vocês sobre infeções. Por isso não quero ouvir ninguém a conversar para o lado e o primeiro que o fizer, ponho-o na rua. Estamos entendidos? – Perguntaste para todos e a resposta foi em coro, ou seja, que cumpririam o teu pedido.
Aquela rispidez e autoridade excitaram-me, de tal forma que me virei ligeiramente de lado e comecei a esfregar as minhas pernas uma na outra. Houve momentos em que facilmente me conseguir vir sem me tocar diretamente e peguei numa caneta e num papel que ali estavam pousados e, depois de ter escrito a data de hoje, passei-a num dos mamilos. E não tardou a que a alguém batesse à porta. Dirigiste-te, em passadas largas até lá, para depois de uma breve apresentação, convidares a enfermeira a entrar.
- Cumprimentem a enfermeira Maria João. – E o cumprimento foi geral.
Não era muito alta, devia ter provavelmente 1,60cm, mas o rabo proeminente e redondo que se moldava aos jeans justos que trazia e que não ficavam nada a dever às mamas que exibia por baixo de uma camisola fina de cor clara. O cabelo liso e de cor escura, passava os ombros de forma desalinhada e conferiam-lhe um tom ligeiramente
selvagem.
As luzes foram desligadas e o computador começou a transmitir e a acompanhar aquilo
que ela ia transmitindo. Não devia ter sequer 30 anos e o olhar ainda era inquieto e algo
inseguro. Vieste para perto de mim e nesse momento, viraste-te de costas para ela e de
frente para mim. Olhei-te desafiadoramente e devolveste-me o mesmo olhar.
- Cor da lingerie...já sabes? – Perguntei.
- Clara...talvez beje e rendada porque há algumas saliências leves na camisola que traz e que me parecem indicar que o soutien é de renda. Fodasss, o que tu me fazes...põe a mão no meu caralho. – Pedes e eu nem hesito em contrariar-te. Levo a minha mão e sinto o teu caralho duro e começo a tocar-te apenas nos tomates, sabendo que isso ainda te irá deixar mais excitado.
- Gostaste dela... - Afirmo com convicção, a convicção de quem sabe que ela não sairá dali sem uma prova final.
- Eva... - Dizes num suspiro misturado com um gemido.
- Vai para mais perto...quero que vejas como se move, como gesticula, quero que meças cada centímetro que a roupa oculta do corpo dela...porque eu estou já bem molhada.
- Deixa-me foder-te...
E nesse momento apercebeste de um aluno a falar para o lado e chamas a atenção dele.
- Se voltares a fazer isso, vais até lá fora pensar na vida. – Dizes e só me apetece masturbar-me e, começo a fazê-lo, com a mesma discrição.
A enfermeira continua a sua explicação e quando termina, pergunta se alguém ficou com dúvidas e ao que parece, nenhum dos alunos tem.
- Vamos fazer um pequeno intervalo de 20 minutos pois tenho de falar aqui com a enfermeira, mas quero que vão para a nossa sala habitual, pois depois vou lá ter com vocês. – E foram saindo e eu e tu ficamos com a enfermeira na sala.
Nesse momento aproximo-me, ciente que serei vista pela primeira vez...e vejo-a voltar- se na minha direção. Um olhar tímido, mas que rapidamente acolho quando diminuo ainda mais a distância entre nós.
- Fiquei com algumas dúvidas. – Digo e tu afastas-te ligeiramente.
- Tenho todo o gosto em esclarecer. – Diz ela tentando mostrar confiança.
- Se lhe disser que não tenho roupa interior e que fiquei molhada só de a ouvir falar...consegue dizer-me como é a sua roupa interior...a cor...a forma...ou terei de descobrir, para que ambos possamos ver? – Eu sabia o que tinha feito e sabia outra coisa, sabia exatamente o efeito que as minhas palavras teriam nela e em ti.
- Também tem as mesmas dúvidas Sr. Engenheiro? – Perguntou ela timidamente.
- Sim, embora tenha outras...mais complexas...mas a seu tempo. – Dizes com alguma contenção, mas sei que quase a implodir internamente.
- Trago um soutien rendado beje e umas cuecas fio dental a combinar. – Diz timidamente.
- Posso ver se me despir ou não tem vontade de ver a minha ausência de roupa interior?
– Perguntei de novo, não fugindo do mesmo tom.
E enquanto ela tira a camisola, em resposta à minha provocação, tu rapidamente fazes com que o meu vestido caia no chão, ficando eu apenas com as sandálias nos pés.
Aproximei-me um pouco mais dela quando vejo que a renda é semitransparente, não ocultando os mamilos escuros que já estavam endurecidos. E preparava-se para descer as calças, quando passo por ela e me deito sobre a mesa onde está ainda o projector.
Afasto-o para um dos cantos da mesa e deito-me, nua, apenas com as sandálias nos pés.
- Engenheiro...vamos precisar da sua ajuda para tirar as calças à enfermeira enquanto ela vai tocar na lingerie que não trago, pode ser? – Pergunto, mas não obtenho resposta.
Moves-te rapidamente até ela, ficando nas costas dela. Não lhe desces logo as calças, vejo as tuas mãos a acariciarem as nádegas de um e de outro lado e a tocarem nas costas despidas e apenas cobertas pelas alças do soutien.
- Posso tirar? – Perguntas perto dela, referindo-te ao soutien.
- Tire por favor. – Diz ela e aproxima-se mais de mim, assumindo um falso controlo que
só eu sei ter sobre ela. E sinto as mãos dela acariciarem as minhas mamas, igualmente
com os mamilos já duros, passando os dedos ao de leve em cada um deles, para os sentir, como se se tratasse de uma descoberta.
E depois de lhe desapertares o soutien, ela avança um pouco mais sobre mim, enquanto tu habilmente lhe começas a descer as calças.
- Ainda tem dúvidas? – Perguntou-me, mostrando-me algo que eu ainda não tinha visto.
- Muitas, mas antes de as esclarecer...vamos trancar a porta da sala...isto pode demorar.
– Digo vendo-te dirigires-te para a porta e a trancares, de forma a termos a certeza que
não somos interrompidos. E trazes a chave contigo.
- Já temos a nossa chave. – Dizes quando te aproximas de mim.
- Boas notícias...mas eu tenho imensas dúvidas, por isso só saio daqui depois de esclarecer todas. – Digo, sem pudor, enquanto sinto as mãos dela acariciarem o meu
corpo nu.
- No fim vou querer uma prova oral, pode ser enfermeira? – Perguntas e ela volta-se para ti, semidespida e diz-te, já sem a timidez que inicialmente viste.
- Está muito vestido Sr. Engenheiro...mas fica garantida a prova oral...
E no momento em que ela se volta para mim, aproveitas e despes-te, ficando apenas em boxers. Sei exatamente porquê, mas aguardo para ver. Aproximas-te dela e começas a acariciar o corpo dela, nu, que vai deslizando pelo meu até à minha cona, onde para e
começa a lamber-me os lábios e tu aproveitas para, estando ela nesta posição, aproximarares os quadris dela, roçando o tecido dos boxers no rabo empinado dela, enquanto apertas uma e outra mama.
- Tenho dúvidas se devo ou não descer os boxers. - Dizes e eu sorrio...
- Não te posso ajudar, apenas se te aproximares de mim. - Respondo e tu não perdes tempo a ficar ao meu lado e mesmo com o caralho duro, queres que seja eu a baixar os boxers. Sem fazer perguntas, entendes o meu "e agora?"...que acontece logo depois de te baixar os boxers e de tocar nos tomates...e tu cedes quando te aproximas mais de mim e me provocas com o caralho perto dos meus lábios.
- Chupa-o puta ...
Obedeço, pois também não seria capaz de resistir e começo a lambê-lo todo até o deixar bem duro e molhado.
- Sra. Enfermeira agora quem tem uma dúvida sou eu. - Digo fingindo um falso pudor.
- O Sr. Engenheiro está com vontade de a foder... - E ia continuar mas ela antecipa-se.
- Vai demorar muito? - Pergunta ela surpreendendo-nos aos dois.
Num ápice voltas para trás dela e roças o caralho nas nádegas dela e depois deslizas até
aos lábios da cona. Sentes que está bem molhada e afastas-te um pouco e baixas-te para lamber a cona que vais foder... desde o cu até aos lábios, molhando-a ainda mais e
deixando-a sedenta de mais. Enfia um dedo dentro de mim enquanto me esfrega o clitóris entre os dedos e depois só com um, fazendo-me vir sem reservas.
- Afinal temos uma boa casta...- Digo eu e peço-te. - Fode-a...quero ver... - E nesse momento ergues-te e enfias o teu caralho na cona dela, uma e outra vez.
E eu liberto-me das mãos dela e viro-me ao contrário, no tampo da mesa onde me deitei nua. Fico precisamente com a cabeça perto da cona dela e vou-me aproximando mais até sentir os lábios dela, o clitóris já proeminente e as estocadas que lhe dás. Coloco ainda mais a cabeça debaixo das pernas dela e tu percebes o que eu quero...quero lamber o teu caralho. E retiras o caralho da cona dela e deixas-me provar...uma é outra vez e enfio-o dentro da cona dela...vendo-te o teu descontrole. Ao mesmo tempo ela vai-se debruçando sobre mim, sobre o meu corpo nu...e de novo começa a lamber as minhas mamas, enquanto me vê masturbar-me...
E vem-se na minha boca, melando o teu caralho todo.
- A prova oral é para as duas... - Dizes colocando - te de lado, obrigando a que ela se incline mais sobre mim e lambendo primeiro o teu caralho e depois enfiando-o na minha boca, deixando-me lamber até sentir o esperma começar a escorrer.
- Lambe puta...lambam tudo... - Dizes às duas e partilhamos o caralho e lambemos tudo, selando com um beijo bem molhado e carregado de esperma. - E a prova oral só termina depois de me darem a provar. - Dizes e aproximas-te de nós e lambes os lábios de uma e outra, sentindo ainda um pouco de esperma. - Prova oral superada. Passaram com distinção, vamos à próxima porta amor? - Perguntas e fico a olhar para ti, pois gosto de te ouvir...chamar aquilo que já não ouço há uma eternidade.
- Sim, vamos amor. - Digo e levanto-me curiosa por saber o que nos reservam as outras
portas.
E fomos cientes de que tinha sido uma bela aula...diferente e muito educativa. Mas antes de sair volto atrás e pergunto:
- Se tivermos mais dúvidas depois, posso ficar com o seu contacto?
E ela deu-me o numero de telefone e automaticamente ficou com o meu.
- Não mudas nunca.... - Dizes após sairmos daquela porta.
- Não...não mudo...não preciso.
- Não mesmo...é assim que te amo.
- E agora que porta escolher? - Pergunto olhando para a 13...
- Essa é para o fim...vamos para a 5?
- Vamos...
E fomos...
Comments