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EU, TU E ELA - PARTE I

Atualizado: 5 de ago. de 2021


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- Estás tão vestido! – Digo-te eu quando te vejo já vestido e prestes a sair de casa, enquanto eu vou tirando da gaveta um e outro biquíni. Está sol e quero aproveitar o bom tempo para ir até à praia.

- Tenho uma reunião agora ao início da manhã e quero chegar antes pois tenho que ver se ficou a faltar algo na apresentação que preparei. – Dizes, ficando a olhar para mim enquanto me vês desfilar com um biquíni na frente do espelho e depois me viro de costas para ver como ele assenta no meu rabo.

- Não gosto deste. – E começo a tirar a parte de baixo do biquíni, ficando apenas com a de cima e que já não sou eu que tiro.

- Deixa-me ajudar-te. – Dizes e pegas noutro, de cor preta. – Experimenta este. – E entregas-me o biquíni, vendo-me nua quando finalmente me liberto do vermelho que tinha colocado antes.

E vês-me colocar primeiro a parte de baixo do biquíni, em asa delta, e depois a parte de cima, ajudando-me a apertar o laço atrás do pescoço e nas costas. E virei-me depois para ti, de forma a que, em vez do espelho, fosses tu que aprovasses o biquíni, ou melhor, a forma como ele assentava no meu corpo.

- Fica bem? – Perguntei-te.

Não me respondes, vejo o teu semblante carregado, tenso e com os olhos castanhos fixos no meu corpo, percorrendo-o de cima abaixo e fixando as minhas mamas, escondidas atrás de um fino tecido. Devolvi o mesmo olhar…mas com um sorriso perverso estampado no rosto, percorrendo-te de cima abaixo e parando estrategicamente nas calças e voltando a subir, trincando o lábio depois de confirmar o volume que se desenhava por detrás das calças. Mas não me movi, olhei-te fixamente e esperei a resposta à pergunta que te tinha feito e que tardavas em responder verbalmente.

- Já te dei a resposta. – Dizes evasivamente.

- Não ouvi, peço desculpa. – Digo, não facilitando a tarefa.

- Não é para ouvir, é para ver. – Dizes e puxas por um dos meus braços e beijas os meus lábios, enquanto levas uma das minhas mãos ao caralho duro que já tinha visto desenhado por detrás das calças. – É para sentir…e… - E enquanto me dizes isto num sussurro vou abrindo habilmente as tuas calças, fazendo-as deslizar pelo teu corpo, ficando apenas em boxers.

- Obrigada, era tudo o que eu precisava saber. – Digo e preparava-me para me afastar.

- Onde pensas que vais? – Perguntas-me e desta vez a tua mão agarra o meu pescoço.

- Para a praia, eu disse-te. Estás distraído Marco. – Digo com o tom mais gozão e provocador do mundo, fingindo uma inocência que não tenho. – E tu não ias ver se tens a apresentação pronta para a reunião? – Perguntei fixando o teu olhar, sem medo, desafiando-te…mostrando-te o domínio que posso ter sobre ti.

- Puta…….tu achas que eu vou sair de casa, sem te foder primeiro? – Perguntas e desces os boxers e fixas o olhar no meu, tentando medir forças do que inevitavelmente se irá seguir.

- Acho…e vais… - Digo e tento libertar-me de ti, deixando-te quase a pontos de explodir.

- Verónica… - E sei o que acontece quando o meu nome é dito neste tom…desta forma…

- Sou eu. – E levo as mãos ao cabelo, prendendo-o. – E tento a custo não rir e fico simplesmente a olhar para ti. Vejo-te sentar na cadeira do quarto e já sem as calças e os boxers começas a tocar-te, mesmo sem despir a camisa e o casaco.

Aproximo-me lentamente e ajoelho-me diante de ti. Olho para cima e encaro os teus olhos, antes de me inclinar sobre ti e começar a lamber o teu caralho enquanto te tocas. E lentamente retiro a tua mão e deixo ficar a minha, fazendo-o deslizar por ela enquanto te lambo em sentido ascendente…molhando-te o caralho com saliva, que se mistura com o mel que brota já na ponta. E com a língua lambo cada gota que desliza até enfiar o caralho na minha boca, chupando-o ao mesmo tempo que o lambo.

E sem aviso, puxas-me para cima e fazes-me sentar nas tuas pernas…e ainda com o biquíni no corpo.

- E agora? – Pergunto.

Não me respondes, apenas afastas o tecido do biquíni e começas a roçar o caralho nos lábios da minha cona, fazendo-me gemer, sobretudo quando ele toca o meu clitóris, uma e outra vez, como se fosse um dos meus dedos…na cadência certa que gosto de ser tocada.

- Fode-me. – Peço-te já sem conseguir aguentar mais.

- Acho que devia ir andando. – Dizes e prego-te um valente estalo no rosto e que imediatamente te faz penetrar-me bem fundo, de uma só vez e começar a foder-me como queres e como eu preciso.

E propositadamente, afasto cada uma das partes de cima do biquíni para o lado, exibindo as mamas e os mamilos já bem duros, escuros e que tocas antes de começares a lamber um e outro.

- Eu não podia atrasar-me… - Dizes como que falando para ti, descarregando em mim a raiva por não conseguires travar o teu desejo.

E deixo cair o meu corpo para trás, deixando-te liberdade para segurar nas minhas ancas e me foderes até te vires.

- E eu devia estar a caminho da praia. A minha amiga Paula aguarda-me. – Digo, enquanto sinto cada estocada tua…em sintonia com o teu descontrolo.

E sinto o teu caralho mais duro, simplesmente por saber que a minha amiga adora masturbar-se para mim e adora fazê-lo na praia, para mim, comigo…e tu, apesar de nunca teres visto, o facto de saberes, deixa-te completamente doido de desejo, de vontade de estar lá…de ver…

E ergo-me para ti, começando eu a montar o teu caralho…deixando-te submisso ao meu controlo.

- Vou marcar-te para ela sentir…ver…saber de quem és…

- Ela sabe. – Digo e deixo-me ir num valente orgasmo e que me faz levar uma das mãos ao teu pescoço e continuar a montar-te, apertando o teu caralho dentro de mim e fazendo-o deslizar na minha cona até à ponta…uma e outra vez, até te sentir vir dentro de mim.

- Eu sei…e isso basta-me… - E beijas-me enquanto sentimos ambos o esperma começar a escorrer de dentro de mim.

Ergo-me e vou tirando o biquíni até entrar na banheira para tomar um duche rápido, enquanto te adivinho a pegares nos boxers e nas calças para te vestires. E já de toalha enrolada no corpo saio da banheira e vejo-te a olhar para mim.

- Saio cedo hoje. – Dizes-me.

- Então posso pedir à Paula para vir cá jantar connosco. Que me dizes? – Pergunto-te com um sorriso perverso no rosto.

- Digo que sim, mas isso vai dar asneira e tu sabes.

- Sei. Preferes que não a convide? – Pergunto, sem reservas.

- Convida-a. Vamos testar os limites… - Dizes e preparavas-te para pegar na mala do portátil, mas interpelo-te com o óbvio.

- Os limites de quem? – Pergunto legitimamente.

- Isso interessa mesmo? – Devolves a pergunta.

E de facto não interessava…e foi assim que te vi sair de casa e retomei os meus preparativos para ir até à praia. E só tive tempo de me vestir e pouco depois o telefone toca e é o nome da Paula que vejo no visor.

- Cheguei Vero. Desce…estou mal estacionada. – E desliguei o telefone, peguei no meu saco de praia e rapidamente desci até ao carro dela.

Entrei no carro e ela olhou para mim com o mesmo ar de sempre.

- Saudades tuas. – Diz ela depois de termos dado um beijo nos lábios. Era a única amiga a quem fazia isto, pois era algo que já nos acompanhava há muitos anos.

- E de que maneira. Vamos? – Pergunto eu, como se tivesse escrito na testa que tinha acabado de foder. – Pergunto impacientemente.

- Sim, vamos à la playa. Mas tu estás bem? Estás com ar de quem fez ou está para a fazer… - Diz ela muito derrepente.

- O Marco saiu para trabalhar e antes de ir… - Digo e paro antes de continuar.

- Foderam? – Perguntou prontamente.

- Sim. – Respondo sem qualquer problema.

- Mas está tudo bem? – Perguntou-me de novo.

- Aceitas o nosso convite para jantar logo? – Perguntei, com mais formalidade do que queria.

- Isso é um convite para jantar ou para algo mais? – Perguntou.

- Isso interessa? – Perguntei eu, aumentando o volume da música que estava a passar na rádio.

- Já te disse que és uma puta, não disse? – E eu ri-me a valer com a forma como ela teve de me dizer que sim.

- Muitas vezes… - Digo e chamo de volta. - Puta……….. – Devolvo.

- Verdade, as putas reconhecem-se sempre…….

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