EU, TU E ELA - PARTE VI
- Eva Ribeiro
- 20 de ago. de 2021
- 4 min de leitura
E tu gemes de prazer com o broche que ela te faz, enquanto eu me delicio em ver o prazer que tens e que sentes em sentir os lábios dela percorrem o teu caralho, languidamente, sem culpa e com notas de perversidade em cada toque…em cada olhar que trocam…e que me devolves com a mesma intensidade, ao veres que também eu lhe dou e tenho prazer e que ela replica no prazer que te dá…
Os gemidos dela misturam-se com os teus…
O teu caralho já bem molhado, entra e sai da boca dela, com a mestria de quem sabe bem como se faz…como dar prazer…e a cona dela, vai pingando mel…que escorre pela minha boca e pelos meus dedos.
- Isso puta, vem-te para mim… - E enfio-lhe ao mesmo tempo um dos dedos na cona e outro no cu…com o mesmo ritmo e sinto-a apertar-me um e outro dedo, uma e outra vez, em contrações involuntárias e todo o corpo dela se entrega àquele prazer que lhe dou, mas que preciso que continues.
E afasto-me ligeiramente para encher o meu copo e sou assediada por ela que me deita, de costas sobre a mesa…descendo as minhas cuecas e começando a lamber a minha cona, sem retirar o plug do meu cu, pegando quase simultaneamente num dos meus vibradores para o colocar sobre o clitóris, enquanto desliza um dos dedos para dentro de mim…
- Despe-a para mim e… - E antes de ela terminar a frase eu antecipo-me.
- Marco…
- Verónica…- Dizes com aquele sorriso perverso que eu adoro.
- Fode-a…quero ver…. – Digo num misto de emoções, ciúme pela partilha do que é só meu, mas ao mesmo tempo, do prazer que antecipo em ver, o teu prazer com outra que não eu.
E enches o teu copo com tequila e depois graciosamente, deitas um fio de sal pelas costas dela e colocas em cada nádega uma rodela de limão. Bebes o shot e deslizas a tua língua pelo sal, até alcançar uma das nádegas e chupas o limão. Sinto-a estremecer com o teu toque, que repetes, mas agora, passando os dedos nas mamas delas, sentindo os mamilos duros, entre os dedos, que apertas até a ouvir gemer. Voltas a percorrer as costas dela de novo com os dedos, agarrando-a, agora pelas ancas. Ergo a minha cabeça ligeiramente pois quero ver a tua expressão quando começares a fodê-la…quando o teu caralho entrar naquela cona, mas não o fazes logo, demoras-te, molhando-o no mel dela e roçando-o no clitóris dela.
Ver aquilo tudo deixa-me tão excitada que concedo-lhe novo orgasmo e nesse momento começas a fodê-la, sem pressa, a saborear algo por que aguardávamos há muito tempo e finalmente se concretiza. E voltas a percorrer as costas dela com delicadeza, mas quando chegas a uma das nádegas, a palmada é forte e marca-a.
- Cabrão… - Geme ela, depois do contraste de estímulos.
- Prazer…. – Dizes em jeito de cumprimento, mas também referindo-te ao prazer que sentes por estar a fodê-la para mim…comigo, numa sintonia que não podia ser mais sentida e consentida.
E vejo-a subir sobre mim, desta vez para me lamber as mamas, uma e outra, como eu gosto e ela adora fazer, mas não deixando de ter o teu caralho enfiado na cona. Nova palmada na outra nádega.
- Puta… - Diz-me enquanto mordisca um dos meus mamilos.
E sei que o orgasmo dela está perto, porque me aperta com mais força as mamas e depois sobe para beijar os meus lábios, provocando a minha língua e dando-me a sentir as tuas estocadas nela…até ela se vir…e me trincar o lábio quando isso acontece.
- És a próxima… - Dizes-me…
- Ai sim? – Pergunto, provocadoramente…
E a Paula não demora a sentar-se sobre o meu rosto, esfregando-se na minha língua… …enquanto o teu caralho se aproxima dos lábios da minha cona e percorre-os, fazendo-me vir pelo simples toque da ponta no clitóris, uma e outra vez…fazendo-me estremecer de prazer e já a precisar urgentemente que me fodas…
- Pede puta… - Pedes-me.
- Fode-me cabrão… - E ergues-me ligeiramente as ancas e começas a foder-me sem controlo…fazendo-me vir de novo. Tens a vantagem de conhecer bem o meu corpo e de já estar hipersensível e os orgasmos sucedem-se sem que consiga travar.
E enquanto a minha língua percorre os lábios da Paula, enfio-lhe um dos meus dedos dentro da cona dela e tu acabas por tirar o plug, começando a foder-me o cu, com o mel que escorre de mim…e sinto a Paula escorrer para a minha boca, enquanto se exibe para ti.
Vens-te pouco depois, deixando-me carregada de esperma, que vai escorrendo lentamente do meu cu.
- Era isto que querias? – Perguntas-me, quando já íamos os três na direção do interior da casa, já formatados para ir à casa de banho.
Olho para ti e para a minha amiga. Sorrio, mas não respondo, nem a um nem a outro, porque ambos me conhecem e sabem a resposta.
Ambos sorriem…pois sabemos que mais jantares irão suceder…ou não…mas aquele, já nenhum dos três o consegue apagar e muito menos esquecer.
FIM
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