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EU, TU E ELA - PARTE II


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O tempo estava fabuloso na praia e contrariamente ao que esperava para aquela altura do ano, o areal estava com pouca gente. A pandemia tinha deixado marcas e a maioria das pessoas ainda tinha receio de regressar aos locais que outrora eram familiares.

E com o areal praticamente só para nós, entreolhamo-nos e rimos cumplicemente. Hoje tínhamos a vantagem de poder escolher o melhor spot, mas optamos por andar um pouco pelo areal, pois a verdade é que não sabíamos se a realidade daquele momento iria prevalecer ou não por muito tempo.

Depois de comodamente instaladas, tiro a parte de cima do biquíni e caminho em direção à água do mar. A Paula não demora e vem ao meu encontro pouco depois, refrescando o corpo, depois de um mergulho para se aproximar de mim. E depois, naturalmente fizemos aquilo que desde mais novas adoramos fazer: boiar, olhar o céu azul e sentir a ondulação embalar-nos. Percebi que ela não só tinha tirado a parte de cima do biquíni, mas também a parte de baixo, o que já era habitual. E a água fria, naturalmente, deixava os nossos mamilos salientes e endurecidos. Contrariamente a mim, a Paula tinha umas mamas um pouco mais pequenas, embora arredondadas e os mamilos mais claros que eu, mas bem proeminentes. As minhas mamas, maiores um pouco, chamavam a atenção pelo facto de serem bem redondas, firmes e por terem os mamilos bem escuros.

Mas aquela paz que tínhamos quando estávamos as duas juntas, perto uma da outra, sabendo que o silêncio ou o barulho não incomodava…e a cumplicidade, essa que nos ligava desde sempre, não tinha preço.

Algum tempo depois a toalha aguardava-nos e rapidamente nos estendemos ao sol, a aquecer o corpo que o mar tinha antes arrefecido. E não estando excessivamente quente dei por mim a fechar os olhos e julgo até ter adormecido. Acordei com o barulho da rebentação e com os gemidos contidos da Paula.

- Tu não podes esperar por chegar a casa e te tocar? – Pergunto eu, erguendo-me ligeiramente da toalha e ficando a olhar para ela, deitada de costas e de pernas ligeiramente abertas e flectidas, enquanto os dedos desapareciam pelo meio delas.

Vê-la assim excitava-me tanto, sempre me excitara…aliás tinha sido com ela que eu aprendi a tocar-me, a conhecer o meu corpo, na altura ainda de adolescente e, mais tarde, enquanto mulher. Desde adolescente que ela tinha este hábito de se masturbar em qualquer lugar, embora com o tempo, tivesse perdido o pudor que habitualmente tinha quando era mais nova, sobretudo quando alguém estava a observar. Mas a Paula, fazia-o com uma naturalidade semelhante ao estar a colocar protector solar ou simplesmente a beber água.

E veio-me à memória um dia em que saímos da praia e paramos numa esplanada para beber um sumo, tendo sido, em plena esplanada, que tirou a parte de baixo do biquíni e começou a tocar-se. Tive de fingir uma conversa com ela, meia sem nexo, até ela se vir.

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- Vira-te para mim…eras uma querida se te tocasses para eu ver. – Pediu ela.

- Não Paula, tens cada uma… - Resmungo, tentando conter-me.

- Queres tocar-me tu ou queres deixar isso para mais logo? – Perguntou ela e deixou-me quase sem fôlego.

- Que estás a dizer? – Perguntei fingindo espanto.

- Um convite vosso para jantar…hmmm… - E via os dedos dela saírem mais melados da cona dela.

Ergui-me e aproximei-me um pouco mais dela.

- Gostas de ver puta? – Perguntou-me ela enquanto deslizava dois dedos para dentro da cona e retirava depois, já molhados pelo mel dela. – Responde-me…

- Espera. – E levantei-me e aproximei-me do meu saco, tirando de lá um pequeno objecto e que lhe mostrei.

- O que trazes aí? – Perguntou-me.

- O plug anal…queres? – Perguntei, sabendo de antemão a resposta que me ia dar.

- Eras uma querida se….- E não precisou de continuar. Aproximei-me dela e fiz deslizar aquele pequeno objecto, que terminava com um brilhante em forma de coração na ponta, pelas mamas dela, com os mamilos já duros pela excitação e depois levei-o à boca, lambendo-o e continuando a deslizar o mesmo pelo corpo dela. Ela ergueu um pouco mais as pernas e eu coloquei-me ao lado dela, com as mamas a roçar na barriga dela.

- …sou uma querida, mas logo, vou exigir mais de ti, para não falar dele. – E depois de deslizar o plug pelos lábios dela, ignorando o movimento dos dedos dela na cona e descendo até ao pequeno orifício ainda bem fechado. – Tira os dedos… - Peço e molho o plug um pouco mais naquele mel e começo lentamente a enfiá-lo dentro do cu dela. Não enfio logo, aliás tiro e meto, provocando-a e fazendo com que ela comece a tocar as minhas mamas. Afasto-me, não por não desejar aquele toque, quero que aquele toque seja contigo presente e desculpo-me facilmente. – Não, não podes…só logo…com ele a ver….agora, vais vir-te toda, por este cu e por esta cona e eu quero ver. – Digo fixando finalmente o plug anal e deixando que ela continue a tocar-se.

E os gemidos ecoam enquanto o corpo vai estremecendo de prazer…e a rendição não tarda.

- Puta, puta, puta….agora só no cu…toca-me… - Pede, mas eu não aceito….

- E se fossemos ao mar? Está muito calor Paula…e deixa o cu para mais logo, confia no que te digo. – Digo, tentando que ela não se toque ali, que deixe aquele prazer para mais tarde.

- Só um orgasmo…vá…. – Pede, como se fosse “o orgasmo”.

E levanto-me a custo, porque a vontade era ficar a ver, pois já estava tão molhada.

- Tenho de dar um mergulho…já. – Digo quase a ponto de enlouquecer pelo calor que sai do meio das minhas pernas e pela vontade que tenho de me esfregar numa das pernas dela, de me tocar, de me vir.

- Não percebo porque não te deixas ir…. – Diz ela, mas eu já vou a caminho da água e desaperto por completo a parte de baixo do meu biquíni e entro na água nua. A água refresca-me o corpo, mas não me dá a paz que eu preciso. Fico a boiar, quase que para me abstrair da presença dela e que se aproxima de mim e me segura no corpo.

E segura no meu corpo e vai desenhando com os dedos as minhas formas e eu já não tenho forças para a travar mais.

- Linda menina…. – Diz quando passa a fina linha de pelos da minha cona e toca nos meus lábios, deixando um dos dedos entrar na minha cona, bem devagar e dou por mim a levar uma das mãos a um e outro mamilo e a apertar com força, até ser os lábios dela que sinto começarem a chupar um deles. – Vamos contar-lhe isto ao jantar normalmente ou preferes um jogo de verdade e consequência? – Pergunta-me e eu estremeço com o primeiro orgasmo.

- Puta… - Chamo.

- Mais um? – Pergunta-me, referindo-se a eu ter mais um orgasmo ali.

- Sim…mas quero o jogo… - Confesso, entre gemidos e suspiros, perdida de prazer com o toque dela.

- Eu sei que tu és boa a jogar…e a ter prazer e ele, estará preparado para nós? – Perguntou-me, sem reservas, fazendo alusão ao passado e ao presente.

E novo orgasmo faz-me estremecer nas mãos dela, contigo na mente e com as mãos dela no meu corpo.

- Vai aprender…vai jogar…vai… - E não continuo.

- Foderrrrr – Termina ela por dizer.

- Sim….as duas…….

 
 
 

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