top of page

EU, TU E ELA - PARTE III


ree

E o dia na praia acabou por terminar com mais uma ida ou outra ao mar, mas não tardamos a regressar a nossa casa. Estava uma noite quente e decididamente iríamos comer no jardim, pois, sem nada pensado para o jantar, tinha-te pedido para trazeres peixe ou carne e assim foi.

- Honey I’m home. – Brincas quando entras em casa, mas aparentemente a casa está vazia, ou pelo menos não vês ninguém por perto. E ouço-te chamar pelo meu nome .

- Não me vou pôr aqui a gritar. Mesmo que o faça, acho que não me ouve. – Disse eu, pois estávamos as duas na casa de banho. Eu a retocar a maquilhagem mas já vestida e a Paula ainda debaixo da água.

Decididamente não conseguia tomar banho com ela pois a diferença de temperatura que ambas gostávamos era incompatível. Eu preferia água mais quente e ela tomava banho com água quase fria. Um pesadelo.

- Verónica? – Perguntas quando entras no WC e nos vês.

- Olá Marco. – Diz a Paula toda entusiasmada. E eu desato a rir e vou ao teu encontro.

- Estás muito vestido. – Digo e pisco-te o olho, convidando-te a vestir algo mais casual.

- Sim, vou vestir uns calções e uma t-shirt e preparar o churrasco. Mas antes preciso de um banho. – Dizes e preparavas-te para sair, mas a Paula sai da banheira, pegando, antes disso na toalha, na qual se enrola e só depois sai.

- É toda tua. – Referindo-se à banheira. E rimos as duas cumplicemente e tu acabas por sair, certamente para ir buscar a roupa que vais usar e a Paula acaba por se limpar e de hidratar o corpo com um creme que tenho e que cheira divinamente.

E nisto tu entras, ela sem toalha e eu já vestida. Ignoras e viras-te ao contrário, começando a despires-te, como se o facto de termos uma amiga ali fosse igual a apenas estar eu.

- Marco, queres que eu saia? – Perguntou a Paula.

- Nada disso, é um banho rápido… - Dizes enquanto passas por nós com uma toalha já enrolada à cintura e que penduras para usares quando saíres.

Engulo em seco, pois ver aquela descontração a desfilares por nós quase nu diante de mim e dela, sobretudo quando eu estou vestida e ela completamente nua, deixa-me com uma sensação estranha e pior, sei que fizeste de propósito.

- Trouxe um peixe para grelhar, só precisamos de fazer uma salada e se alguma de vocês quiser uma ou outra batata. – Dizes, imprimindo uma maior descontração a algo que poderia deixar-nos desconfortáveis.

- Eu posso preparar umas bebidas para nós. – Diz a Paula já com um vestido solto no corpo e com apenas umas reduzidas cuecas por baixo deste.

- Boa ideia e eu trato da salada. – Digo eu e preparava-me para sair quando tu me travas.

- Espera. Deixa a Paula ir preparando as bebidas que eu preciso de te dizer algo antes do jantar. – E a Paula acabou por sair, deixando-nos a sós. – Estás muito bonita. – Dizes olhando para o vestido de alças e curto que escolhi. Tens roupa interior? – Perguntaste-me.

- Não te vou dizer. – Digo eu não percebendo a pergunta que me trava de ir fazer companhia à nossa convidada.

- Ela só tem cuecas…está em vantagem ou desvantagem. – Dizes e fico a olhar para ti.

- Para? – Pergunto eu, querendo saber o que te assalta o pensamento.

- Vou querer saber como foi o vosso dia…vou querer saber detalhes…vou jogar o mesmo jogo. – Dizes e encaras-me, deixando cair a toalha e exibindo o caralho já duro e que roças em mim, levantando o vestido e tocando-me com ele numa das pernas…

- Cuidado com o que desejas… - Aviso antes de prosseguires.

- Sei muito bem com o que lido. – Dizes e fico a olhar para ti com um ar apaixonado.

E começas a descer uma das alças do meu vestido e perguntas.

- E tu sabes com o que estamos a lidar os dois? – Perguntas-me muito sério, passando ao de leve um dos dedos por cima de uma das minhas mamas.

- Ficaremos a saber… - Digo e baixo-me sobre ti, lambendo o teu caralho, chupando-o gulosamente.

- Eu quero perder, não perder-te…- Dizes quando me ergo e te beijo os lábios…depois de te excitar a ponto de quase não ser possível travar os meus lábios, a minha língua, a minha mão…o movimento do teu caralho na minha boca.

Olho para ti, sabendo ao que te referes e puxo-te.

- Veste-te…as bebidas devem estar prontas e temos um brinde a fazer…e um jogo para começar….a três. – Digo e volto para trás para te dar outro beijo.

E não tarda estamos os três no jardim da casa a saborear um gin…com uma leve brisa quente a passar por nós.

- A praia estava boa? – Perguntas, nada inocentemente.

Ia cuspindo o gin e a Paula veio em minha defesa.

- Maravilhosa…a água aliviou-nos o calor…não foi Vero? – Pergunta-me, como que passando a bola para mim, já recomposta.

- Calma Paula…ele quer informações. Marco…só tens direito a respostas de sim e não….mas a liberdade para saber tudo. – Digo eu, passando agora para ti a bola de um jogo que já estamos a jogar os três e achando que aquilo iria empatar alguma coisa.

- Afinal o jogo começou mais cedo. Sabem que eu não costumo perder… - Dizes, virando o peixe que está na brasa e depois voltaste para nós.

- Paula ela apenas tirou a parte de cima do biquíni? – Perguntas-lhe.

- Não. – E riu-se olhando para mim. – Que foi Vero? É verdade…

- Verónica, ela esteva nua na praia? – Perguntaste, referindo-te à Paula.

- Sim. – Digo e a Paula dá um gole no gin e fica expectante pela próxima pergunta.

- O peixe está pronto…vou buscar o vinho lá dentro e já continuámos.

E depois de desapareceres.

- Onde é que isto nos vai levar? – Pergunto eu.

- Não sei mas eu estou a gostar muito da abordagem dele…soft mas incisiva e tu, estás confortável com as perguntas? – Perguntou-me.

- Ele vai ficar a saber tudo… - Digo.

- Deixa. – Tranquiliza-me ela. – Depois mudamos o jogo.

- E vamos parar onde? – Pergunto eu para ela quando tu te aproximas com a garrafa de vinho.

- Talvez até àquelas almofadas grandes ou quem sabe se é aqui mesmo… - Diz ela com o maior à vontade.

- Está tudo bem Verónica? – Perguntas, quando percebes que o meu semblante mudou ligeiramente.

- Tenho fome… - Digo, simplesmente.

E começamos os três a rir…

- Espero que estejas a falar do peixe, porque o jogo começou agora e eu estou em clara vantagem. – Dizes e eu e a Paula trocamos um olhar.

- Para já…não fales antes do tempo. – Digo-te e tu fixas o meu olhar, como que medindo forças.

- Continuamos? – Perguntou a Paula para quebrar o gelo.

- Viste-a nua…gostas do corpo da Paula, Verónica? – Perguntou-me.

- Sim. – Digo e dou uma garfada no peixe.

- E tu Verónica, quando olhas para a Verónica? – A mesma pergunta…

- Sim. – E é a vez dela beber um gole de vinho branco que tu tinhas ido buscar.

- Verónica… - Dizes o meu nome e olho para ti… - Ela tocou-se? – Perguntaste-me.

- Sim. – Respondi.

- Isto é tortuoso…- Diz a Paula enquanto vai saboreando o robalo que compraste.

- É…mas podemos parar. – Dizes tentando parecer desinteressado. – A menos que alguém me queira contar o que aconteceu na praia, para eu ter uma versão do que aconteceu.

Olhei para a Paula e ela para mim.

E ela começou a descrever a nossa estadia na praia e eu apreciando as tuas reações, sobretudo quando fui buscar o plug e ela me tocou na água. Uma versão detalhada e que ele adorou saber.

- E chegamos a casa pouco antes de ti…e o resto, julgo que sabes. – Terminou por dizer.

- Verónica, já que estiveste tão calada…diz-me o que mais gostaste? – Perguntas-me diretamente como se estivéssemos num daqueles nossos momentos de maior intimidade…

- Não consigo escolher um momento, mas adorei enfiar-lhe o plug no cu…e vê-la ter um orgasmo…. foi qualquer coisa. – Digo, referindo-me só a um momento e vendo a tua reacção com a confissão.

- Vai buscar o plug agora. – Pedes-me e fico a olhar para ti.

- Sem limites. – Diz ela. - É por isso que vos amo. – Diz a Paula completamente excitada com a situação.

Trago o plug e entrego-te.

- Que vais fazer com ele? – Perguntei-te.

- Nada…mas tu vais… - E entregas-mo, lambendo-o primeiro e dando-me para o enfiar no meu cu.

E nesse momento, viro-me para a Paula.

- Fazes as honras? – E entrego-lhe o plug para ela enfiar no meu cu e olho para ti. Não esperavas esta reviravolta. – E tu vai-te habituando…a perder…o controlo, porque é o que mais vai acontecer esta noite.

- Isso é uma ameaça? – Perguntas-me, deliciado a ver a Paula enfiar o plug no meu cu.

- Não Marco…é uma promessa…

 
 
 

Posts recentes

Ver tudo

Comentários


bottom of page