
E decidida, fiz o caminho inverso, fixando o olhar dela e exibindo o strap-on. Desta vez, sentia-me outra pessoa que não a tímida rapariga que se escondia e evitava mostrar o prazer que sentia, neste momento a máscara que usava era outra...uma que eu própria desconhecia possuir, mas estranhamente me confortava e assentava-me bem. Coloquei o strap-on, com uma habilidade que desconhecia, dado ser a primeira vez que tinha um objecto daqueles entre mãos.
E com ela deitada, aproximei-me à frente dela e abri-lhe as pernas e subi por ela, voltando a beijar os lábios dela...enquanto propositadamente roçava as minhas mamas nas dela, sentindo os mamilos dela nos meus. Uma sensação incrível...
- É bom? – Pergunto. – Desta vez com uma marcada inocência, pois queria realmente saber.
- Sim....hmmmm... – Respondeu-me entre gemidos e a minha língua procurou a dela, enrolando-se na dela, enquanto já roçava o caralho do strap-on nos lábios da cona dela...queria levar aquela sensação ao limite, até sentir que nenhuma das duas conseguia aguentar mais e cederia. – Por favorrrr... – Implorou-me ela.
E nesse momento, deixei o caralho deslizar lentamente para dentro da cona dela e voltei a retirá-lo, uma e outra vez...até me erguer e a obrigar a entrelaçar as pernas nas minhas ancas, deixando-me penetrá-la mais profundamente. Mas não a deixei mover-se como ela tentou fazer, simplesmente detive-a e continuei eu, enquanto lhe esfregava o clitóris com um dos dedos, ouvindo-a gemer mais ainda....e não esperei mais, retirei o caralho bem melado de dentro dela e pedi-lhe o que me apeteceu:
- Lambe-o... – Pedi e ela obedeceu cegamente e deliciou-se em saborear o mel que escorria pelo caralho que há segundos tinha estado dentro da cona dela. – Agora, põe-te de quatro. – Não se negou e voltou-se de costas para mim, empinando o cu na minha direção e estendendo as mãos na direção da cabeceira da cama, entregando-se completamente ao prazer que eu lhe estava a dar. Antes de a começar a foder de novo...dou-lhe uma palmada numa das nádegas e ouço-a gemer e rir ao mesmo tempo, olhando para trás, e encarando o meu olhar também faminto.
- És uma puta Lis....se não sabias, ficas a saber...
E sem escutar mais enterrei o caralho de novo dentro da cona dela e ela voltou a inclinar-se sobre a cama, submetendo-se a mim...àquele caralho que eu estava a usar pela primeira vez....e sem pedir licença, segurei com firmeza as ancas dela e continuei a fodê-la, até a sentir estremecer num intenso orgasmo.
Nao tardamos a estar as duas deitadas na cama...em silêncio, esperando recuperar o fôlego e nesse momento sou surpreendida por ela, que se ergue e monta de novo o caralho e enquanto o fazia, começou a tocar-me...a masturbar-me...
-Vem-te para mim Lis....vem... – Pede enquanto a vejo montar aquele caralho e lembro-me das inúmeras vezes que a vi foder assim com o namorado. Adorava vê-la, pois a entrega dela era perfeita...uma dança lânguida e ritmada, com o único propósito de saciar a carne. Fodiam várias vezes na mesma noite, pois sempre que ela se roçava nele, mesmo a dormir, ele despertava e começava a fodê-la. Sempre vi...sempre ouvi...sempre me toquei enquanto os ouvia....e isso excitava-me imenso e agora que aquelas imagens todas assumiam a forma dela montada em mim e vim-me de novo...e o orgasmo dela não tardou quando ela começou a acelerar os movimentos até se vir...deixando-se cair sobre mim pouco depois.
- Ainda és mais doida que eu... – Disse-me já deitada a fumar um charro e que me passou depois de uma longa passa. Fumei e voltei a passar-lhe, ficando a olhar para ela...contemplando o corpo nu dela...e vendo-a fazer o mesmo.
E nesse momento somos surpreendidas por alguém a tocar À porta.
- Fodasss a festa... – Diz ela...a rir-se...
-Devem ser eles a vir buscar-te... – Disse eu a rir-me, nua e completamente a borrifar-me para o facto de ela se preparar para ir abrir a porta. A porta abriu-se e fechou-se eu voltei a dar uma passa no charro...estava em paz, comigo...finalmente. E sem olhar para a porta, perguntei: - Afinal quem era?
- É o Carlos. – E eu ergui-me ligeiramente e fiquei a vê-la cumprimentar o namorado e perfeitamente descontraída em relação a estarmos as duas nuas e eu ainda com o strap-on colocado.
- Vais ficar Carlos? – Perguntei olhando para o namorado dela e depois para ela.
- Vai...- Respondeu-me ela. - Hoje a festa é aqui. – Respondeu-me ela.
- Não percebi. – Confessei.
- Lis...Lis....agora já temos um caralho a sério...para as duas.
E deixei-me cair na cama, ciente de que ia ser uma noite bem louca, mas ainda elevei a fasquia um pouco mais.
-Cat, estás enganada, mas tão enganada. – E por momentos queria que ela pensasse que eu estava a recuar, mas continuei: - Não temos um caralho, temos dois... – E pisquei-lhe o olho, sabendo que a partir dali a palavra limite e loucura iam definitavamente marcar a nossa noite e a rapariga envergonhada só iria aparecer no dia seguinte quando voltasse às aulas.
FIM
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