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QUARTO 903 - PARTE II

Foto do escritor: Eva RibeiroEva Ribeiro

Tocam à porta do quarto. A Carolina está na varanda e eu dirijo-me calmamente para a porta.

- Sim? - Pergunto tentando saber se já é ele.

- Sou eu...Carlos... abre. - Pede o meu amigo.

E nesse momento abro a porta do quarto, apenas com um robe de cetim preto...e com....saltos altos....

- Boa noite. - Digo com um ar comprometido.

- Boa noite...vou castigar-te por me teres feito esperar uma hora no bar do hotel. Que se passou? - Pergunta ele entrando no quarto.

E agarra-se a mim...com a mesma intensidade de sempre.

- Saudades tuas. - E beija os meus lábios e abraça-me, mas o abraço que costuma ser mais prolongado é encurtado quando ele se apercebe que está alguém na varanda.

- Estás acompanhada? - Perguntou, estranhando.

- A Carolina estava perto e vai passar a noite connosco. Importas-te? - Perguntei-lhe.

Ele ficou em silêncio, sem saber como reagir àquela inesperada provocação, e foi caminhando pelo pelo quarto em direção à varanda, onde ela estava, com um copo de vinho na mão, com as pernas estendidas sobre o varandim e toda nua...simplesmente à espera daquele momento.

- Olá. Sou a Carolina. - Diz, levantando-se para o cumprimentar no momento em que ele entra na varanda.

- Boa noite...eu sou o Carlos - Diz ele um pouco atrapalhado por perceber que ela está nua. E por momentos olha-me, tentando decifrar o meu ar comprometido e pergunta-me, sem receios: - Cheguei demasiado cedo ou demasiado tarde?

- Chegaste exactamente quando tinhas que chegar... - Respondi-lhe a verdade e dizendo isto, começo a desapertar-lhe a camisa. Enquanto isso, a Carolina volta a sentar-se, mas vira propositadamente a cadeira onde estava sentada anteriormente para nós...ficando apenas a observar-nos. Dispo-lhe a camisa primeiro e beijo o peito dele, não descuro nenhum recanto...e delicio-me em sugar os pequenos mamilo endurecidos pelo toque da minha língua. Desço pelo abdómen firme, bem delineado e desaperto habilmente as calças, mas antes de as descer, olho para a Carolina, que nos observa excitada e incito-a a aproximar-se mais de nós. Desço-lhe as calças e depois deixo que seja ela a descer os boxers pretos dele, bem justos ao corpo...a olhar para ele...depois para mim...e sinto-a hesitar.

- Chupa-o para mim... - Peço, incentivando o movimento dela e que ele não trava. Os lábios dela percorrem o caralho duro dele até à ponta, lambendo-a com a língua, sem pressa para depois o fazer deslizar para dentro da boca, molhando-o todo...

E, nesse momento, aproximo-me mais e digo, sem reservas:

- Não sejas tão gulosa Carolina... - Digo quando seguro no caralho dele e o enfio também na minha boca, molhando-o mais...e oferencendo-o depois para ela lamber de novo, enquanto me perco nos tomates dele, voltando a subir e lambendo a ponta com ela...alternando de uma para outra boca, até nos beijarmos as duas, pela enésima vez naquela noite. Ela tira-me o robe e, quase simultaneamente ele despe-se por completo e empurra-me contra o varandim, virando-me de costas para ele, roçando provocadoramente o caralho dele nas minhas nádegas...no meu cu...para depois deslizar pelos lábios da minha cona...uma e outra vez, molhando bem a ponta neles e quase me fazendo implorar para eu pedir que me foda.

- Pede-me... - Pede-me ele, sabendo que não gosto de ceder... - Pede Joana e pede-lhe para te lamber bem essas mamas como gostas e essa cona....pede-lhe.


Não peço, mas vejo a Carolina colocar-se entre mim e o varandim, beijando os meus lábios e descendo sobre mim, enquanto ele continua a roçar o caralho nos meus lábios, no meu clitóris.

Ela vai lambendo cada um dos mamilos, alternadamente, apertando-me as mamas, até me deixar os mamilos bem molhados com a saliva dela.

- Por favor...Carlos... - Peço, já não agentando mais.

- Isso não chega... - Diz ele enlouquecendo-me ainda mais.

A Carolina continua a descer sobre mim, passando o umbigo, para pouco depois tocar na minha cona com um dos dedos, sentindo-me bem molhada...e depois dos dedos é a língua dela que sinto percorrer os meus lábios e fixar-se no meu clitóris. Estou quase a vir-me e é, justamente nesse momento, que ele me começa a foder...deslizando o caralho todo molhado para dentro da minha cona....retirando-o pouco depois para ela o lamber...e voltando a enfiá-lo de novo dentro de mim, uma e outra vez, retirando-o de novo para ela o lamber, repetindo o gesto...até ao meu orgasmo, que lhe molha o caralho todo e que ela lambe com a mesma vontade.

Afasto-me ligeiramente, deixando-a continuar a chupá-lo. Pouco depois puxo-o até à cadeira mais próxima e sento-o, deixando-o ficar a ver-nos roçar uma na outra, mas, desta vez, encosto-a à parede mais próxima e percorro o corpo dela...com a língua, começando nos lábios dela e terminando na cona, deixando-a bem molhada para ele a foder e eu ver. Só a ideia deixa-me tremendamente excitada. E só a largo depois de a fazer vir na minha boca, depois de a masturbar com dois dedos dentro da cona dela.


Certamente ouvem-nos nos quartos ao lado, mas honestamente naquele momento o prazer fala mais alto e ignoro por completo esse pormenor e concentro-me apenas no prazer que lhe dou e na excitação dele ao masturba-se enquanto nos vê às duas.

E depois do orgasmo dela, passo por ele e faço-lhe o primeiro pedido, antes de ir à casa de banho:

- É toda tua... - Digo, passando por ele e sabendo o quanto aquelas palavras o marcam.

E antes que ele tivesse tempo de reagir, a Carolina aproxima-se dele e monta-se no caralho dele.

- Vais-me fazer vir puta? - Pergunta-lhe ele...e eu sorrio porque sei que ele se vai esporrar todo e não vai tardar muito.

Ela não lhe responde, apenas se move com a habilidade e mestria, exibindo as mamas bem perto da boca dele, obrigando-o a lamber os mamilos duros dela...


Já de regresso à varanda, coloco-me de joelhos, em frente a eles e lambo-lhe os tomates e ao mesmo tempo o cu dela, como se de um só corpo se tratasse....

- Isso no meu cu...gosto...tantoooo - Diz ela, quase implorando que eu continue.

E continuo, primeiro com a língua e depois, lentamente, vou enfiando um dedo no cu dela...acelerando até o meu dedo entrar no cu dela ao mesmo ritmo que o teu caralho lhe fode a cona...e ela vem-se de novo. Obrigo-a, depois, a colocar-se de costas para nós...apoiada no varandim, onde anteriormente eu estivera.

- Fode-lhe o cu. Quero ver...e antes de te vires quero esse esperma nas duas... - Peço firmemente e ele sabe que não me vai negar esse prazer e que também é o dele.

E ele começa lenta, mas incisivamente a foder-lhe o cu...comigo por trás dele, a roçar o meu corpo nu no dele e também a lamber-lhe o cu como ele gosta.

- Puta do meu caralho. - Diz ele e sei que o orgasmo está perto...e mais perto está quando a minha língua entra um pouco dentro do cu dele e ele geme ainda mais...- Vou-me esporrar todo nas duas. - E dizendo isto tirou o caralho todo molhado do cu da Carolina, que se vira e se ajoelha junto a mim para o merecido esperma.

Ele não geme, ele grita...quase ia jurar que uivou de tanto prazer com aquele orgasmo.

Esfreguei-me naquele esperma todo e ela repetiu o gesto, lambendo comigo e saboreando da minha boca algumas gotas que roubei...numa mistura única, dos três.

Um banho rápido e pouco depois a cama grande que tinha escolhido acolheu-nos pela primeira vez nessa noite.


Adormeci pouco depois entrelaçada num e no outro e dei por mim a acordar com os primeiros raios de sol do dia. Olhei para ambos os lados e percebi que dormiam pacificamente, facto que me fez levantar surrateiramente da cama...precisava de outro banho, precisava de deixar a água escorrer pelo meu corpo, precisava de água bem quente e estava tão absorvida que nem dei conta da entrada dele na casa de banho.

- Posso fazer-te companhia? - Perguntou ele. - Preciso do mesmo. - Confessou, colocando-se debaixo da mesma água aproximando-se, cada vez mais de mim.

- Precisas de quê? - Perguntei-lhe.

- De te amar...de te foder...

- E porque esperas?


FIM


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