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TARDE DE TRABALHO - PARTE I

Foto do escritor: Eva RibeiroEva Ribeiro

Era um dia de trabalho como todos os outros. Atarefado. Que por si só já nos acelera o ritmo cardíaco. Entretanto chega ela para dar os bons dias...

Mais uma vez questiona, como em muitas outras vezes, o porquê do uso de um soutien preto.

- Um pretexto para veres as minhas mamas? - Pergunto-lhe eu com um sorriso inocente e provocador ao mesmo tempo.

- És tão parva, acho que podes é provocar alguma reação a umas pessoas cá dentro. - Responde-me ela com um sorriso à qual eu saberia que a resposta dela à minha pergunta era mais do que afirmativa...

Entretanto, provocando um pouco mais antes de ela ir, baixo-me num dos armários com o meu rabo bem empinado para ela... Quando não era para meu espanto, recebo duas valentes palmadas nas minhas nádegas...

- Vais-me marcar o rabo...estou com umas cuecas muito curtas. - Disse-lhe eu.

- Para além de soutien preto vens com umas cuecas também a provocar? Isso não pode ser. - Diz-me ela com uma postura séria que sempre tenta transparecer.

- Vou trabalhar. Tens de começar a escolher melhor a lingerie que trazes para o local de trabalho. - Repete ela com um tom de voz de afirmação e desejo ao mesmo tempo...

15minutos depois chama-me à sua sala...

- Tem muito trabalho? - Questiona-me ela dando-me a entender que a conversa iria demorar e sem me dar margem de manobra para responder... - Temos mesmo que falar sobre a sua lingerie...não me parece o local indicado para a trazer...não acha? –

- Não, desculpe não acho! - Respondo-lhe eu com a teimosia à qual ela já se encontra tão habituada. E se for preciso começo a vir nua. Nunca ninguém me disse que a cor e o formato da minha lingerie teria de ser sempre o mesmo! - Respondo-lhe eu com a rebeldia do costume... Típica da idade.

- Então desculpe mas terá de tirar toda a sua roupa para eu avaliar melhor a situação. - Diz-me ela, esboçando um pervertido sorriso, e levantando-se em direção à porta do seu gabinete, trancando o mesmo... não a quero constrangida...e nunca se sabe se entra cá alguém. - Reforça ela. Eu, mantendo o meu feitio de insurreta, dispo-me sem problema algum sobre o olhar atento dela sentada na sua cadeira... Denoto uma certa tesão no seu olhar, a qual desvalorizo para já...

- Sim e agora? Já viu tudo? É assim tão provocante um soutien preto e umas cuecas de fio dental? - Questiono eu.

- Venha mais de perto. Preciso de ver com olhos de ver. - Qual não é de meu espanto quando me aproximo dela, já completamente molhada, e a vejo sentada na sua cadeira com o seu vestido justo, de pernas abertas, sem cuecas...

- Vê? Eu posso andar assim, você não... - Salienta ela com o seu ar poderoso...

Tento desviar o olhar da sua cona... depilada... molhada... Na qual ela coloca lá um dedo.

- Então e agora? Posso-me vestir? Tenho muito trabalho a fazer. - Respondo-lhe eu tentando desviar a atenção do óbvio.

- Não... Agora terá de ser chamada à atenção. Por mim. - Diz-me ela com um sorriso de orelha a orelha... - Coloque-se debruçada à minha frente sobre a minha secretária por favor.

Olho para ela com um olhar pensativo mas morta de desejo.

- Não me diga que vou levar outra palmada... Tomara que todos os meus castigos fossem esses. - Provoco eu.

- Faça o que lhe pedi se faz favor... Sem questionar. Ordem superior. - Responde ela com uma voz autoritária, característica dela. Coloco-me à frente dela... Faço questão de antes de me debruçar de passar com as minhas mamas, tesas e com os mamilos eretos, bem perto da cara dela.

- Arraste o computador para o lado por favor. Preciso que empine o rabo para mim. - Obedeço sem hesitar... - Está a escorrer água dessa cona. Ainda acha que são as cuecas ideais para se trazer? - Questiona ela enquanto as tira. - Tem realmente um bom rabo para mandar umas palmadas. - Reforça ela.

Nisto, sinto algo grande duro a entrar na minha vagina, pela sensação seria um vibrador, típico dos dela... Nisto solto um gemido.

- Isto são para meninas que se portam mal comigo... - Diz-me ela enquanto mantém os movimentos de repetição com o vibrador e com a outra mão me apalpa uma das mamas. Não contenho os gemidos...

- Quero pouco barulho... Ou vou ter de a amordaçar? - Diz-me ela enquanto troca o vibrador por dois dos seus dedos... - Eu já lhe disse que tem de obedecer sempre ao que lhe digo. - Reforça ela.


(Com a cortesia de uma amiga)



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