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O PRIMEIRO FIM DE SEMANA - PARTE IV

Foto do escritor: Eva RibeiroEva Ribeiro

Ainda com o sabor ao teu esperma na minha boca, procuro os lábios dela, que lambo à procura de vestígios do teu sabor e que ainda lá se encontram. Sou gulosa e quero sempre mais, sobretudo o que é meu por direito….

Ela suspira quando os nossos lábios se tocam, quando os sabores se misturam e reconhecem como iguais…e vou descendo por ela abaixo, explorando cada centímetro de pele que encontro. As mamas dela são uma tentação e apesar de ligeiramente mais pequenas que as minhas, são perfeitas e os mamilos rosados, combinando perfeitamente com o tom de pele dela e endurecem tão facilmente quando o meu toque se aproxima. Depois é a minha língua que molha um dos mamilos dela para depois se perder em sugá-lo, mordiscá-lo….e repetir o mesmo gesto na outra mama…vendo-a reagir ao prazer que lhe dou….e que se reflecte em mim e em ti.

Desço um pouco mais pelo corpo dela e enquanto desfilo a minha língua pelo corpo da Pauline, o meu toque vai-se perdendo num ou noutro recanto….e vejo-te aproximares-te de mim por trás, como um predador faz quando sabe a presa que quer devorar….e que vai devorar…sem complacência.

Nesse instante, olho desafiadoramente para trás, precisamente sabendo o efeito que o meu olhar vai ter em ti, sorrio perversamente e volto a concentrar-me nela…no prazer que lhe dou e que sinto ao explorar o corpo dela.

Volto a tocá-la por cima das cuecas, mas que pouco depois retiro habilmente, deixando a cona dela disponível para mim. Nesse momento sinto o teu corpo bem junto ao meu, o teu caralho a roçar nas minhas nádegas e começas a foder-me com uma intensidade que me deixa num estado de pura loucura.

Inclino, de seguida, mais sobre a Pauline e deixo finalmente a minha língua começar a explorar a cona dela…cujos lábios, já bem molhados, começo a lamber…demoradamente...para depois tocar no clitóris, que desabrocha para mim com o toque dos meus dedos e da minha língua….e que incisivamente toco…lambo…sugo…enquanto um dos meus dedos entra na cona molhada dela e faz gemer ainda mais alto….tremer….gemer…tremer e gemer…

- Não páres…. – Pede ela…e sei que está prestes a vir-se na minha boca….

- Nem tu cabrão…fode-me toda. – Peço e tu acompanhas o meu pedido, nunca cedes…e eu nunca te deixo ceder, só aos meus caprichos.

Enquanto lhe toco, vejo-a apertar os mamilos endurecidos pelo meu anterior toque e molhá-los com a saliva dela e isso deixa-me ainda mais excitada….louca de tesão de estar a dar-lhe este prazer e de te sentir ter esse prazer comigo….e o meu orgasmo sucede praticamente ao mesmo tempo que ela….e com uma intensidade incrível.

- David… - Digo e travo-te ligeiramente….

Tu sabes o que eu quero….tu adivinhas mesmo sem eu pedir o que preciso…eu quero sentir o que é estares a foder com outra mulher….

- Rita…..

E nesse momento, afasto-me de ti e avanço por cima do corpo dela, virando-me de frente para ti porque quero ver tudo…quero ver-te foder esta mulher, a que ambos escolhemos para este nosso primeiro fim de semana.

As pernas dela abrem-se para ti…e, nesse instante, não te inibes de lhe lamber a cona dela, como gostas, como queres e porque queres sentir o mel que eu deixei escorrer…sentir o sabor dela e, sem eu contar, ela puxa-me e obriga-me a sentar-me sobre o rosto dela, lambendo a minha cona…o meu clitóris…enquanto eu observo o prazer com que a tua língua e os teus dedos exploram a cona dela, já bem molhada. E avanças sobre ela, deixando inicialmente o caralho deslizar pelos lábios dela…sentindo-a latejar…torturando-a a ela e a mim com a espera….

- Pauline? – Chamo por ela…. – Pede-lhe… - É uma ordem, não um pedido.

- Fode-me….enfia esse caralho na minha cona. – As palavras dela precipitam o movimento seguinte e tu começas a fodê-la…e eu vejo o prazer que lhe dás enquanto ela se delicia com a língua dela na minha cona. Olho para ti…olhas para mim e o meu orgasmo é imediato…..nem sequer o consigo travar….e afasto-me ligeiramente dela…beijando os lábios dela, lambendo o mel que dela escorre.

E depois, não satisfeita, aproximo-me de ti e beijo os teus lábios, dou-te a provar o sabor dela e que está nos meus lábios e inclino-me na direção da cona dela. Tiro o teu caralho de dentro dela, e começo a lambê-lo, para depois o enfiar de novo dentro dela. Por muito pouco não te vieste na minha boca, por isso optei por me deitar ao lado dela, vendo-te elevar as ancas dela para a foderes mais fundo e comecei a tocar no corpo dela de novo, sabendo que isso iria precipitar o orgasmo dela e que aconteceu quase imediatamente quando lhe comecei a apertar os mamilos dela, enquanto tu a fodias.

Ias vir-te cabrão…eu sabia que o teu orgasmo ia acontecer………..e a sê-lo tinha que ser no estilo mais convencional….em cima de ambas…..e assim foi.

Não abri os olhos logo, apesar de sentir que os primeiros raios de luz estavam a entrar pelo quarto, porque tinha medo que a noite anterior tivesse sido um sonho. Não queria abrir os olhos, com medo de acordar na mesma cama…e de novo contigo longe. E de seguida o cheiro a café acabado de fazer e uma mistura de cheiros, ovos mexidos, diria eu, talvez fiambre, salsichas….ainda mais me obrigou a cerrar os olhos. Estava a sonhar…só podia.

- Rita… - A tua voz chamou-me para a realidade.

Abri os olhos lentamente, querendo que as lembranças da noite anterior fossem reais.

- David…. – Disse e abracei-me a ti com tanta força que até me doeu a mim. – Estás mesmo aqui, não foi um sonho…

- Estou…e vou ficar. – Disseste percebendo o meu medo. – Bom dia….meu anjo negro. – Dizes e beijas os meus lábios…

- Bom dia…..- Digo ainda com os teus lábios nos meus. - A noite passada….deixou-me com muita fome. – Disse enquanto vias desenhar-se no meu rosto um sorriso bem perverso.

- A mim também. Mas e a Pauline? - Perguntei quando me apercebi que não estava.

- Saiu a meio da noite… - Dizes-me, mas a pouca informação que me dás deixa-me intrigada.

- Cabrão, tu voltaste a fodê-la? – Perguntei com um nó na garganta só de imaginar a ideia.

- Não, pois isso seria trair-te… e isso não o farei. - Dizes. – Mas ela tentou…. – E ao ouvir isto, olho para ti incrédula…

- Conta-me como foi. – Pedi enquanto ia saboreando o que tinhas pedido para o nosso pequeno almoço.

- Inicialmente pensei que eras tu, mas rapidamente me lembrei que estavas atrás de mim e….fi-la parar. – Confessas.

- Mas ficaste excitado? – Perguntei tortuosamente….querendo saber aquilo que adivinhava,

- Sim, porque pensei que eras tu e ao imaginar que eras tu a tocar-me, ia-me dar prazer foder-te com ela ali na cama, mas depois de perceber que não eras tu, afastei-a de mim. E ela pouco depois saiu e eu voltei a adormecer.

- Estás a falar verdade? – Perguntei estupidamente.

- A sério que me estás a perguntar isso Rita? – Perguntas olhando para mim enquanto saboreias o café forte, intenso e quente como gostas.

Fiquei sem saber o que te responder, mas tinha que te obrigar ao exercício inverso…

- Imagina que tínhamos partilhado a cama com um homem…ideia que por acaso me agrada bastante, ficas já a saber….e isto tinha acontecido comigo. Não me farias as mesmas perguntas, apesar de confiares em mim? – Pergunto, desarmando-te. - Imagina que esse homem a meio da noite tinha começado a tocar-me e pelo facto de ter julgado que eras tu, deixei-me ir….mas depois percebi que o toque era diferente e tinhas adormecido do outro lado da cama. Que tal o cenário? – Perguntei, confrontando-te com a mesma realidade.

- Não ia gostar….mas excita-me.

- Cabrão…sabes que também estou excitada….com ambas as ideias...e ponho-me a pensar se teria feito o mesmo que tu ou não….. – E dizendo isto saio da cama a correr, pois sei que vens atrás de mim…furioso.

- Repete isso…. – Dizes empurrando-me contra a parede fria do quarto…

- Não vou repetir…. – Digo e tu prendes-me as mãos, uma de cada lado e obrigas-me a olhar-te.

- Repete…quero ouvir.

Estava com medo que me deixasses, que perante esta revelação percebesses que seria uma perda de tempo e que eu jamais iria mudar.

- David…

- Rita….

- Não sei se conseguiria parar…. – Digo-te e o meu olhar em vez de olhar para baixo, fica a fixo em ti. – Sinto-me mal por te confessar a verdade….mas por outro lado, sinto uma estranha sensação de liberdade.

- Puta… - Dizes e beijas-me com uma intensidade e acabas por me trincar com violência o lábio. – Estou com uma vontade de te foder, de te torturar….

- Cabrão e porque esperas? – Pergunto desafiadoramente.

- Quero castigar-te…nem sabes como me fazes amar-te ainda mais por saber isso. – E derrepente foi como se os astros se alinhassem e tudo fizesse sentido, porque tinha tanto sentido e eu já não precisava de me esconder atrás de nenhuma máscara, pois ela tinha acabado de cair… - Não precisas de te esconder, nunca mais. Entendes? – Dizes e percebo o que já sabia…és o homem da minha vida………

- Agora fode-me… - Digo tentando libertar-me das cuecas e da t-shirt de alças que me cobria o corpo. Não esperaste…e rasgaste-me literalmente as cuecas e a t-shirt, virando-me de costas para ti, obrigando-me a colocar as mãos na parede e começaste a foder-me, como se não houvesse amanhã.

Mas havia….

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