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PRIVATE LESSONS - PARTE IV

Foto do escritor: Eva RibeiroEva Ribeiro

E ao dizer isto obriga-me a sentar na cadeira, onde no dia anterior tinha estado sentada e pede-me para abrir o livro de matemática, que se encontrava sobre a mesa, e colocando-se nas minhas costas.

- Diz-me qual é a matéria em que tens mais dificuldade… - Perguntou-me e, por momentos, a atitude dele baralhou-me, tendo em conta que anteriormente me tinha pedido para tirar as cuecas. E, enquanto eu procurava no índice algo que me lembro de te ter tido algumas dúvidas durante as aulas, sinto as mãos dele no meu pescoço, ganhando terreno à medida que percorrem os meus ombros e com isso vão afastando as alças do meu vestido, lenta e tortuosamente.

- Aqui está. – Disse-lhe quando percebi que tinha finalmente encontrado a matéria que procurava: álgebra linear. – Perdi-me aqui entre os valores e os vectores próprios. Acha que me pode ajudar nisto? – Perguntei tentando ganhar algum terreno num campo que já tinha saído do meu domínio.

- Hmmm, parece-me que esta matéria é um pouco mais complexa que a primeira e vai obrigar-te a aplicares-te um pouco mais, mas julgo que talvez possas estar à altura. – Disse com convicção, enquanto simultaneamente as mãos dele iam descendo por mim e arrastando consigo o vestido com esse movimento delicado. – Cláudia, quero que abras o livro na página 37 e quero que leias essa pequena introdução, que começa a falar sobre esta matéria. – Pediu e eu tentei, a custo, folhear o livro e encontrar a página que ele me tinha pedido, enquanto as mãos dele me tocavam por cima do soutien rendado e que habilmente desapertou, colocando-o junto das cuecas que eu tinha despido. – Estás a ler Cláudia? – Perguntou-me, enquanto as mãos dele acariciavam cada uma das minhas mamas, obrigando-me a redobrar a atenção na leitura, mas quando o toque dos dedos incidiu nos meus mamilos, tinha de o interromper…

- Professor…

- Diz-me Cláudia. Não estás a conseguir perceber o que estás a ler? – Perguntou, tentando não me dar qualquer margem de fuga ou tentativa de o dominar, como tinha acontecido da última vez.

- Tenho sede. – Disse, numa clara tentativa de fuga, mas ao mesmo tempo, dando-lhe o sinal que ele precisava para perceber que estava no caminho certo.

- Tenho todo o gosto em dar-te um copo de água. – E afastou-se de mim e foi até à secretária dele e encheu um dos copos que tinha sobre um pequeno tabuleiro e encheu-o com água. Voltou-se para mim e, enquanto caminhava na minha direção, eu já estava com o lápis sobre os lábios e ligeiramente recostada na cadeira, à espera dele….provocando-o com as pernas ligeiramente abertas.

- Se não fosses minha aluna, neste momento eu chamava-te….

- Professor…sabe quantos homens já me chamaram puta? – Perguntei eu, desarmando-o e mostrando-lhe que sabia perfeitamente o que ele queria dizer e que já outros tinham tido a mesma vontade que ele.

- Cláudia…aqui tens o teu copo de água. – Disse ele, tentando controlar a vontade que naquele momento o assolou de mandar todos aqueles papéis e o livro para o chão e começar a foder-me ali mesmo.

E peguei no copo de água delicadamente, levando-o à boca e não desviando o olhar dele enquanto bebia. Perto do fim, ele sabia o que iria suceder, sabia que eu iria verter as últimas gotas de água sobre o meu corpo, caindo estrategicamente em cima das minhas mamas, molhando-as, sem nunca deixar de desviar os olhos dele.

- Obrigada professor, mas agora para além da ajuda em álgebra, vou precisar que me ajude….pois, continuo extremamente desastrada. – Disse provocadoramente, enquanto o via aproximar-se de mim, pegando no copo vazio e colocando-o no mesmo local de onde o tinha retirado e regressando a mim.

Mas, desta vez não se conteve e puxou o meu cabelo para trás, com força e obrigou-me a encará-lo.

- Estás a enlouquecer-me….e eu não vou permitir, entendes isso? – Disse-me num misto de raiva e excitação que me deixou ainda com mais vontade de o provocar.

- Tarde demais professor. – E ao dizer isto fixo o olhar no caralho cuja erecção ele já não consegue disfarçar e começo a desapertar-lhe o fecho das calças.

- Cláudia, que vais fazer? – Perguntou-me ele, sabendo perfeitamente que, mesmo que quisesse já não me podia, nem conseguia impedir.

- Professor….depois de ter lido esta introdução de álgebra linear que foi bastante elucidativa, obrigatoriamente temos de passar à parte prática. – Disse-lhe com o ar de puta com que ele já contava. E com a habilidade que ele já esperava, viu-me baixar as suas calças e começar a lamber-lhe o caralho já bem duro.

- Claúdia….

- Shhhh… - Agora é a minha vez de lhe mostrar o que tenho aprendido.

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